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Untitled by guest on 26th March 2020 10:15:31 PM

Faz se soar a sonata de meu diluvio, acentuando a demência sob o acorde de meu desígnio. O pausado ritmo da desafinada existência da alma, ou o que da mesma resta. Tocará o instrumento de meu espirito, o senso da melodia pálida refletida na superfície de seu rosto. Ao humano cederam noites para que a utopia sonho fosse, desaprovando a prática do futuro. Todavia, aqui estou. Embebida em fantasia, idealizações de uma linha de raciocínio que jamais poderei seguir. (E queria tanto seguir.)

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